Imagine transformar a captura de um dia de pesca em uma obra de arte que dura para sempre. É exatamente isso que o Gyotaku propõe — e no Ratos de Pesca, essa tradição japonesa ganhou vida nova nas águas de Florianópolis.
O que é Gyotaku?
Gyotaku (魚拓) é uma técnica japonesa de impressão de peixes que data do século XIX. O nome une os ideogramas de “peixe” (gyo) e “esfregar” ou “impressão” (taku). Originalmente, os pescadores japoneses usavam a técnica para registrar o tamanho de suas capturas — uma espécie de comprovante antes da existência de câmeras.
Como surgiu
Segundo registros históricos, o Gyotaku foi desenvolvido no Japão por volta de 1840, possivelmente a mando de um senhor feudal que queria documentar os peixes capturados em suas propriedades. A técnica se espalhou entre pescadores e acabou ganhando status de arte — hoje existem museus e galerias dedicadas exclusivamente a obras de Gyotaku no Japão e nos Estados Unidos.
Como é feito
O processo tradicional envolve aplicar tinta não-tóxica sobre o peixe fresco, posicioná-lo sobre papel especial (como o washi japonês) e pressionar com as mãos para transferir a impressão. Cada escama, cada detalhe da nadadeira e a textura da pele ficam registrados com precisão impressionante.
Gyotaku no Brasil
A técnica chegou ao Brasil pelas mãos de pescadores apaixonados pela arte e pela pesca. Nos últimos anos, cresceu muito no litoral sul e sudeste, especialmente entre praticantes de pesca submarina e pesca esportiva que buscam uma forma de eternizar suas capturas sem precisar empalhá-las.
Ratos de Pesca e o Gyotaku
No Ratos de Pesca, transformamos as capturas das nossas pescarias em Florianópolis em obras únicas de Gyotaku. Cada quadro é produzido artesanalmente com o peixe capturado.
Interessado em ter um quadro personalizado? Fale com a gente pelo WhatsApp ou pelo Instagram @ratosdepesca.
